A marca é o sobrenome. Carvejani é raro, soa italiano e não se confunde com nenhum outro barbeiro da cidade, então ele vira a assinatura, escrito grande e vazado, como quem risca o nome na parede. Marcos vem em cima, pequeno, só para dar o primeiro nome a quem ainda não conhece.
Vazada é a versão principal, para fundo escuro e para peça grande. A sólida entra quando o espaço é pequeno demais para o contorno respirar, como ícone de aplicativo, carimbo e etiqueta.
Versão curta para foto de perfil e selo: só a palavra CARVEJANI, sem o primeiro nome e sem a linha de apoio.
O ouro vibrante da primeira versão puxava para amarelo de sinalização, ainda mais ao lado do vermelho. Estes três caminhos mantêm a força, com temperaturas diferentes. O aplicado no site agora é o primeiro.
Proporção: 72 por cento carvão, 20 por cento toalha, 6 por cento latão, 2 por cento vinho. O latão só no que decide, preço e botão. O vinho só em ação secundária.
Caixa alta, entrelinha fechada. No sobrenome, sempre vazada com contorno de 2,8 por cento do tamanho da letra.
Marcos Carvejani é barbeiro na Máfia Dom Diego, na Av. Lucas, em Atibaia. Corte, barba e barboterapia com hora marcada.
Peso 300 no corrido, 600 nos rótulos em caixa alta com espaçamento largo. Nunca Anton em parágrafo.
Saiu a listra diagonal, que lembrava fita de sinalização. Entra o fio: uma linha fina que corre a largura da peça, latão nas pontas e vinho no meio. Fecha bloco de imagem e separa seção, sem competir com a marca.